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Checklist de Entrada para Compatibilização (2D/BIM): O Guia do Arquiteto para Evitar Retrabalho

Otimize a compatibilização de projetos (2D/BIM). Saiba o que enviar e como evitar retrabalho, garantindo a coordenação eficiente entre disciplinas.

Ilustração do artigo: Checklist de Entrada para Compatibilização (2D/BIM): O Guia do Arquiteto para Evitar Retrabalho
Imagem: LGV Engenharia

Prepare a documentação base para compatibilização

Arquiteto revisando plantas de um projeto em uma mesa de escritório.

Como arquiteto, você sabe que a compatibilização de projetos é crucial para evitar retrabalho, otimizar custos e garantir a qualidade da construção. Mas, por onde começar? A chave para uma compatibilização eficiente reside na preparação da documentação base. Este guia prático te ajudará a organizar e fornecer os materiais necessários para uma coordenação eficaz, seja em 2D ou BIM.

Por que um checklist de entrada é importante?

Imagine iniciar a compatibilização sem ter todos os projetos atualizados ou com informações conflitantes. O resultado? Interrupções, atrasos e, inevitavelmente, custos adicionais. Um checklist de entrada garante que todos os envolvidos estejam na mesma página, com acesso à informação correta desde o início.

Checklist da Documentação Essencial

Antes de iniciar o processo de compatibilização, certifique-se de ter os seguintes itens em mãos:

  • Projetos de todas as disciplinas:

    • Arquitetura
    • Estrutura
    • Instalações Elétricas
    • Instalações Hidráulicas
    • Sistema de Ar Condicionado (HVAC)
    • Prevenção e Combate a Incêndio (PCI)
    • Outras disciplinas relevantes para o projeto

    Pergunta: Os projetos estão nas versões mais recentes? Critério objetivo: Verifique as datas de revisão e compare com o histórico de alterações.

  • Formatos Digitais Adequados:

    • DWG (AutoCAD)
    • RVT (Revit)
    • PDF (Portable Document Format)
    • Outros formatos compatíveis com as ferramentas de compatibilização utilizadas.

    Pergunta: Os arquivos estão em formatos editáveis (quando necessário)? Critério objetivo: Verifique se é possível abrir e editar os arquivos nos softwares correspondentes.

  • Organização Clara e Consistente:

    • Nomeie os arquivos de forma padronizada e intuitiva.
    • Crie uma estrutura de pastas lógica e organizada.
    • Utilize convenções de nomenclatura consistentes em todos os projetos.

    Pergunta: A estrutura de pastas e nomenclatura facilitam a localização dos arquivos? Critério objetivo: Teste encontrar um arquivo específico (ex: planta baixa do pavimento tipo) na estrutura de pastas.

  • Memoriais Descritivos Detalhados:

    • Especificações de materiais e sistemas utilizados.
    • Critérios de projeto adotados (normas, regulamentos, etc.).
    • Informações sobre o desempenho esperado dos sistemas.

    Pergunta: O memorial descritivo detalha os critérios de projeto e materiais utilizados? Critério objetivo: Verifique se o memorial descreve as normas técnicas utilizadas e as características dos materiais especificados.

  • Plantas Completas e Atualizadas:

    • Plantas baixas de todos os pavimentos.
    • Cortes longitudinais e transversais.
    • Elevações de todas as fachadas.
    • Detalhes construtivos relevantes (ex: nós estruturais, detalhes de instalações).

    Pergunta: As plantas incluem todas as informações necessárias para a compatibilização? Critério objetivo: Verifique se as plantas contêm cotas, níveis, indicações de materiais e outros detalhes relevantes.

  • Tabelas de Quantitativos (se aplicável):

    • Quantidades de materiais e equipamentos.
    • Áreas e volumes.
    • Informações relevantes para o orçamento e planejamento da obra.

    Pergunta: As tabelas de quantitativos estão consistentes com os projetos? Critério objetivo: Compare os quantitativos com as informações presentes nas plantas e memoriais descritivos.

Checklist Prático para Arquitetos:

  • Reúna todos os projetos das diferentes disciplinas.
  • Verifique se os projetos estão nas versões mais recentes.
  • Certifique-se de que os projetos estejam em formatos digitais adequados.
  • Organize os arquivos de forma clara e consistente.
  • Inclua memoriais descritivos detalhados de cada disciplina.
  • Disponibilize as plantas de todas as áreas do projeto.
  • Inclua tabelas de quantitativos (se aplicável).

Dicas Extras para uma Compatibilização Eficaz:

  • Comunicação Transparente: Mantenha uma comunicação aberta e constante com todos os projetistas envolvidos.
  • Reuniões de Coordenação: Realize reuniões periódicas para discutir o andamento da compatibilização e resolver conflitos.
  • Registro de Decisões: Documente todas as decisões tomadas durante o processo de compatibilização.
  • Utilize Ferramentas de Compatibilização: Explore softwares e plataformas que auxiliem na identificação e resolução de interferências.

O que fazer se algo estiver faltando?

Se você identificar que algum documento está faltando ou incompleto, não hesite em entrar em contato com o projetista responsável para solicitar as informações necessárias. Atrasar a compatibilização por falta de informação pode gerar ainda mais problemas no futuro.

Como a Nome da sua empresa pode te ajudar?

Na Nome da sua empresa, oferecemos o serviço de Compatibilização/Coordenação (2D/BIM) para auxiliar arquitetos como você a evitar retrabalho e otimizar seus projetos. Nossa equipe especializada realiza uma análise minuciosa da documentação, identifica conflitos e propõe soluções eficientes, garantindo a coordenação entre as diferentes disciplinas.

Se você busca reduzir o risco de erros e otimizar o processo de compatibilização, entre em contato conosco e descubra como podemos te ajudar. Comece hoje mesmo a construir projetos mais eficientes e sem surpresas!

Próximos Passos:

  • Entre em contato para saber mais sobre o serviço de Compatibilização/Coordenação (2D/BIM).
  • Solicite um orçamento personalizado para o seu projeto.
  • Agende uma conversa com nossos especialistas para discutir suas necessidades.

Defina o escopo e as premissas do projeto

Para arquitetos que buscam otimizar a compatibilização de projetos, seja em 2D ou BIM, um ponto de partida crucial é a definição clara do escopo e das premissas. Essa etapa inicial estabelece as bases para uma coordenação eficiente entre as disciplinas, minimizando retrabalho e garantindo que todos os envolvidos estejam alinhados desde o início.

Estabeleça os objetivos da compatibilização:

Antes de iniciar o processo de compatibilização, é fundamental definir claramente os objetivos que se pretende alcançar. Pergunte-se:

  • Quais são as principais áreas de foco do projeto que exigem compatibilização?
  • Quais são os resultados esperados da compatibilização em termos de redução de conflitos e otimização do projeto?
  • Quais são os critérios de sucesso para a compatibilização?

Ao responder a essas perguntas, você estará estabelecendo um direcionamento claro para o processo de compatibilização, garantindo que todos os esforços estejam concentrados nas áreas mais críticas do projeto.

Liste as premissas de projeto:

As premissas de projeto são as suposições e condições que servem de base para o desenvolvimento de cada disciplina. É essencial listar todas as premissas consideradas em cada área, incluindo:

  • Normas técnicas aplicáveis (ABNT, etc.).
  • Regulamentos e códigos de construção locais.
  • Restrições específicas do local (zoneamento, gabarito, etc.).
  • Disponibilidade de infraestrutura (água, energia, esgoto).
  • Características do solo e fundações.
  • Requisitos de acessibilidade.
  • Restrições orçamentárias.
  • Prazos de execução.

Ao documentar todas as premissas, você estará criando um registro claro das condições que influenciaram o projeto, facilitando a identificação de possíveis conflitos e inconsistências.

Defina os critérios de projeto:

Os critérios de projeto são os parâmetros e padrões que orientam o desenvolvimento de cada disciplina. É importante definir os critérios adotados para cada área, como:

  • Taxas de ocupação e utilização dos espaços.
  • Níveis de iluminação e ventilação.
  • Vazões de água e esgoto.
  • Cargas elétricas e demanda de energia.
  • Dimensionamento de estruturas e fundações.
  • Requisitos de segurança contra incêndio.
  • Critérios de sustentabilidade e eficiência energética.

Ao estabelecer critérios claros, você estará garantindo que todas as disciplinas estejam trabalhando com os mesmos padrões de referência, reduzindo a probabilidade de conflitos e inconsistências.

Identifique as interfaces entre as disciplinas:

As interfaces são os pontos de contato e interação entre as diferentes disciplinas do projeto. É fundamental identificar todas as interfaces, especificando as responsabilidades de cada projetista em relação a cada ponto de contato. Alguns exemplos de interfaces comuns incluem:

  • Encontros entre elementos estruturais e instalações (elétrica, hidráulica, ar condicionado).
  • Passagens de tubulações e dutos através de paredes e lajes.
  • Integração entre sistemas de automação e controle.
  • Coordenação entre projetos de arquitetura e paisagismo.
  • Compatibilização entre projetos de interiores e instalações.

Ao identificar e documentar as interfaces, você estará criando um mapa claro das interdependências entre as disciplinas, facilitando a identificação de possíveis conflitos e a definição de soluções integradas.

Checklist:

  • Objetivos da compatibilização definidos e documentados.
  • Premissas de projeto listadas para cada disciplina.
  • Critérios de projeto estabelecidos para cada disciplina.
  • Interfaces entre as disciplinas identificadas e documentadas.
  • Responsabilidades de cada projetista em relação às interfaces definidas.

Perguntas a serem respondidas:

  • Quais são os principais riscos associados à falta de clareza no escopo e nas premissas?
  • Como a definição clara do escopo e das premissas pode contribuir para a redução de custos e prazos do projeto?
  • Quais são as ferramentas e técnicas que podem auxiliar na identificação e documentação das interfaces entre as disciplinas?

Critérios objetivos:

  • Documento formal com a definição do escopo da compatibilização.
  • Lista completa das premissas de projeto para cada disciplina.
  • Tabela com os critérios de projeto estabelecidos para cada disciplina.
  • Matriz de interfaces entre as disciplinas, com as responsabilidades de cada projetista.

Alerta de risco:

A falta de clareza no escopo e nas premissas pode levar a retrabalho, atrasos e estouro de orçamento. Uma definição cuidadosa e documentada é essencial para o sucesso da compatibilização.

Serviço complementar:

Para evitar estouro de orçamento, considere nosso serviço de Orçamento Técnico Validado (orcamento-tecnico) para validar escopo, premissas e riscos antes de contratar. Isso garante uma base sólida para o planejamento financeiro do seu projeto.

Organize a estrutura de arquivos e nomenclatura

Tela de computador mostrando uma estrutura de pastas organizada para um projeto de construção.

Para arquitetos, a compatibilização de projetos é crucial para evitar surpresas desagradáveis na obra. Uma etapa fundamental para garantir o sucesso desse processo é a organização da estrutura de arquivos e a definição de uma nomenclatura clara e consistente. Uma estrutura bem organizada não apenas facilita a localização de informações, mas também minimiza erros e retrabalhos.

Por que a organização é tão importante?

Imagine a seguinte situação: você precisa encontrar a última versão da planta de elétrica para verificar uma interferência com o projeto estrutural. Se os arquivos estiverem espalhados em diferentes pastas, com nomes confusos e sem um padrão definido, a tarefa se torna demorada e frustrante. O tempo gasto procurando arquivos é tempo perdido que poderia ser investido em atividades mais produtivas. Além disso, a falta de organização aumenta o risco de utilizar versões desatualizadas dos projetos, o que pode levar a erros de compatibilização e, consequentemente, a retrabalhos dispendiosos na obra.

Checklist para uma estrutura de arquivos impecável:

  • Sistema de Nomenclatura Padronizado:
    • Defina um padrão de nomenclatura que inclua informações relevantes, como disciplina, área do projeto, tipo de documento e data de criação.
    • Exemplo: PRJ-EDF-ELE-DWG-001-R01-20240726.dwg (Projeto - Edifício - Elétrica - Desenho - Número 001 - Revisão 01 - 26/07/2024).
    • Certifique-se de que o padrão seja claro, conciso e fácil de entender por todos os membros da equipe.
    • Documente o padrão de nomenclatura em um guia de estilo e compartilhe-o com todos os envolvidos no projeto.
    • Critério objetivo: O padrão de nomenclatura permite identificar rapidamente a disciplina, a área do projeto, o tipo de documento e a data de criação do arquivo?
  • Estrutura de Pastas Lógica e Organizada:
    • Crie uma estrutura de pastas que reflita as diferentes disciplinas do projeto (arquitetura, estrutura, elétrica, hidráulica, etc.).
    • Dentro de cada disciplina, crie subpastas para organizar os arquivos por área do projeto (implantação, planta baixa, cortes, fachadas, etc.).
    • Utilize pastas separadas para diferentes tipos de documentos (desenhos, memoriais descritivos, planilhas, etc.).
    • Exemplo:
      • Projeto
        • Arquitetura
          • Plantas
            • Planta Baixa
          • Cortes
          • Fachadas
        • Estrutura
          • Plantas
          • Detalhes
        • Elétrica
          • Plantas
          • Diagramas
    • Critério objetivo: A estrutura de pastas permite navegar facilmente entre as diferentes disciplinas, áreas do projeto e tipos de documentos?
  • Controle de Versões:
    • Utilize um sistema de controle de versões para acompanhar as alterações realizadas nos arquivos ao longo do tempo.
    • Inclua a data de criação e o número da revisão no nome do arquivo.
    • Mantenha um histórico das versões anteriores dos arquivos para referência futura.
    • Utilize softwares de controle de versão, como Git, para gerenciar as alterações de forma mais eficiente.
    • Critério objetivo: É possível identificar facilmente a versão mais recente de cada arquivo e acessar as versões anteriores, se necessário?
  • Documentação:
    • Documente o sistema de nomenclatura e a estrutura de pastas adotados em um guia de estilo.
    • Compartilhe o guia de estilo com todos os membros da equipe e certifique-se de que todos compreendam e sigam as mesmas convenções.
    • Realize treinamentos para garantir que todos os envolvidos no projeto estejam familiarizados com o sistema de organização de arquivos.
    • Critério objetivo: Existe um guia de estilo documentando o sistema de nomenclatura e a estrutura de pastas, e todos os membros da equipe têm acesso a ele?

Perguntas frequentes:

  • Qual a melhor forma de definir um sistema de nomenclatura?
    • Comece identificando as informações mais importantes que devem ser incluídas no nome do arquivo (disciplina, área do projeto, tipo de documento, data de criação, etc.).
    • Defina um padrão claro e conciso que seja fácil de entender por todos os membros da equipe.
    • Utilize abreviações padronizadas para reduzir o tamanho do nome do arquivo.
    • Teste o sistema de nomenclatura com alguns exemplos de arquivos para garantir que ele funcione na prática.
  • Como garantir que todos sigam o sistema de organização de arquivos?
    • Comunique a importância da organização para o sucesso do projeto.
    • Realize treinamentos para garantir que todos estejam familiarizados com o sistema de organização de arquivos.
    • Monitore o uso do sistema de organização de arquivos e forneça feedback aos membros da equipe.
    • Implemente ferramentas de automação para auxiliar na organização dos arquivos.

Ao seguir este checklist e adotar um sistema de organização de arquivos eficiente, você estará dando um passo importante para evitar retrabalhos e garantir a compatibilização bem-sucedida dos seus projetos. Lembre-se: a organização é um investimento que se paga com a economia de tempo e a redução de erros.

Comunique-se e registre as decisões

A compatibilização eficaz de projetos, seja em 2D ou BIM, depende crucialmente de uma comunicação clara e de um registro meticuloso das decisões tomadas ao longo do processo. Para arquitetos que buscam reduzir o retrabalho e garantir a coordenação eficiente entre as disciplinas, estabelecer protocolos de comunicação e documentação é tão importante quanto a própria análise técnica.

Canais de Comunicação Claros e Eficientes

O primeiro passo é definir canais de comunicação que facilitem o fluxo de informações entre os projetistas de cada disciplina (elétrica, hidráulica, estrutura, etc.). Isso pode envolver:

  • Definição de um ponto focal: Designar um responsável por cada disciplina para centralizar a comunicação e garantir que as informações sejam transmitidas de forma consistente.
  • Utilização de plataformas colaborativas: Ferramentas de gestão de projetos online, softwares de comunicação interna ou até mesmo grupos de mensagens dedicados podem agilizar a troca de informações e facilitar o acompanhamento das discussões.
  • Estabelecimento de prazos para respostas: Definir um tempo máximo para que os projetistas respondam às solicitações e dúvidas, evitando atrasos e gargalos na compatibilização.

Reuniões Periódicas e Foco na Solução

Realizar reuniões periódicas é fundamental para discutir o andamento da compatibilização, identificar conflitos e propor soluções de forma colaborativa. Estas reuniões devem ser:

  • Agendadas com antecedência: Para garantir a disponibilidade de todos os participantes.
  • Focadas em resultados: Com uma pauta clara e objetiva, priorizando a discussão de conflitos e a busca por soluções.
  • Conduzidas de forma eficiente: Com um moderador que garanta que todos tenham a oportunidade de se manifestar e que as decisões sejam tomadas de forma consensual.

Registro Detalhado das Decisões

O registro de todas as decisões tomadas durante o processo de compatibilização é crucial para garantir a rastreabilidade das informações e evitar retrabalho. Isso pode ser feito através de:

  • Atas de reunião: Documentos que resumem as discussões, as decisões tomadas e os responsáveis por cada ação.
  • Documentos de acompanhamento: Planilhas, relatórios ou outros documentos que registram o progresso da compatibilização, os conflitos identificados e as soluções implementadas.
  • Anotações diretamente nos projetos: Utilizar ferramentas de anotação digital para registrar as decisões diretamente nos desenhos e modelos, facilitando a consulta e o entendimento.

Ferramentas de Gestão de Projetos

A utilização de ferramentas de gestão de projetos pode auxiliar no acompanhamento do progresso da compatibilização, no controle de prazos e na atribuição de responsabilidades. Estas ferramentas podem oferecer funcionalidades como:

  • Criação de tarefas e subtarefas: Para dividir o processo de compatibilização em etapas menores e atribuir responsabilidades a cada membro da equipe.
  • Definição de prazos e marcos: Para garantir que a compatibilização seja concluída dentro do prazo previsto.
  • Acompanhamento do progresso: Para monitorar o andamento das tarefas e identificar possíveis atrasos ou problemas.
  • Comunicação integrada: Para facilitar a troca de informações entre os membros da equipe e registrar as discussões e decisões.

Lembre-se: Compatibilização vai além do Software

É importante ressaltar que a compatibilização não se resume ao uso de softwares BIM. Mesmo em projetos 2D, a aplicação de critérios claros, a coordenação eficiente e o registro detalhado das decisões são fundamentais para evitar retrabalho e garantir a qualidade do projeto. O ganho real vem da metodologia e da comunicação, não apenas da ferramenta.

Checklist para uma Comunicação e Registro Eficazes:

  • Você definiu canais de comunicação claros e eficientes entre os projetistas?
    • Sim
    • Não
  • As reuniões de compatibilização são agendadas com antecedência e focadas em resultados?
    • Sim
    • Não
  • Todas as decisões tomadas durante o processo de compatibilização são registradas de forma detalhada?
    • Sim
    • Não
  • Você utiliza ferramentas de gestão de projetos para acompanhar o progresso da compatibilização?
    • Sim
    • Não
  • Os critérios de compatibilização estão claros e documentados, mesmo em projetos 2D?
    • Sim
    • Não

Ao implementar estas práticas, arquitetos podem otimizar o processo de compatibilização, reduzir o retrabalho e garantir a coordenação eficiente entre as disciplinas, resultando em projetos mais precisos, econômicos e de alta qualidade.

Checklist Final

Antes de tomar qualquer decisão, revise este checklist para garantir que você está no caminho certo:

  • Documentação:
    • Reúna toda a documentação existente: plantas, memoriais descritivos, orçamentos, propostas de fornecedores, fotos e vídeos do local.
    • Verifique se a documentação está completa e atualizada.
    • Identifique quais documentos estão faltando e quais precisam ser revisados.
  • Escopo:
    • Defina claramente o escopo da obra ou reforma.
    • Liste todos os serviços a serem executados, materiais a serem utilizados e equipamentos a serem instalados.
    • Verifique se o escopo está alinhado com suas necessidades e expectativas.
  • Orçamento:
    • Obtenha orçamentos detalhados de diferentes fornecedores.
    • Compare os orçamentos, verificando se todos os itens estão incluídos e se os preços são competitivos.
    • Identifique possíveis custos ocultos ou itens não especificados nos orçamentos.
  • Riscos:
    • Identifique os principais riscos envolvidos na obra ou reforma.
    • Avalie a probabilidade e o impacto de cada risco.
    • Defina medidas para mitigar ou eliminar os riscos identificados.
  • Conformidade:
    • Verifique se a obra ou reforma está em conformidade com as normas técnicas, regulamentos e legislações aplicáveis.
    • Certifique-se de que todos os profissionais envolvidos na obra ou reforma estão qualificados e habilitados para exercer suas funções.
    • Obtenha as licenças e alvarás necessários antes de iniciar a obra ou reforma.
  • Comunicação:
    • Estabeleça canais de comunicação claros e eficientes com todos os envolvidos na obra ou reforma.
    • Mantenha todos informados sobre o andamento da obra ou reforma, os problemas identificados e as soluções adotadas.
    • Documente todas as decisões e alterações realizadas durante a obra ou reforma.
  • Contrato:
    • Elabore um contrato detalhado com o fornecedor, especificando o escopo da obra ou reforma, os prazos, os preços, as condições de pagamento, as responsabilidades de cada parte e as garantias oferecidas.
    • Leia atentamente o contrato antes de assiná-lo e certifique-se de que você concorda com todos os termos e condições.
  • Aprovação:
    • Obtenha a aprovação do condomínio, da prefeitura ou de outros órgãos competentes, se necessário.
    • Siga os procedimentos e requisitos estabelecidos para a aprovação da obra ou reforma.
    • Mantenha a documentação da aprovação em local seguro e acessível.

Perguntas Essenciais para o Fornecedor

Antes de contratar um fornecedor, faça as seguintes perguntas para garantir que você está fazendo a escolha certa:

  • Qual é a sua experiência em obras ou reformas similares?
    • Peça para ver exemplos de trabalhos anteriores e referências de clientes satisfeitos.
    • Verifique se o fornecedor possui a experiência e o conhecimento necessários para executar a obra ou reforma com qualidade e segurança.
  • Qual é a sua equipe e qualificação?
    • Pergunte sobre a qualificação e experiência dos profissionais que irão trabalhar na obra ou reforma.
    • Certifique-se de que a equipe possui as habilidades e conhecimentos necessários para executar os serviços contratados.
  • Qual é o seu processo de trabalho?
    • Pergunte sobre o processo de trabalho do fornecedor, desde o planejamento até a execução e entrega da obra ou reforma.
    • Verifique se o processo é organizado, eficiente e transparente.
  • Como você lida com imprevistos e problemas?
    • Pergunte como o fornecedor lida com imprevistos e problemas que possam surgir durante a obra ou reforma.
    • Certifique-se de que o fornecedor possui um plano de contingência para lidar com situações inesperadas.
  • Quais são as suas garantias?
    • Pergunte sobre as garantias oferecidas pelo fornecedor em relação aos serviços executados e aos materiais utilizados.
    • Verifique se as garantias são claras, abrangentes e adequadas às suas necessidades.
  • Qual é o seu preço e forma de pagamento?
    • Pergunte sobre o preço total da obra ou reforma e a forma de pagamento.
    • Verifique se o preço é justo e competitivo e se a forma de pagamento é adequada ao seu orçamento.
  • Quais são os seus prazos?
    • Pergunte sobre os prazos para o início e a conclusão da obra ou reforma.
    • Verifique se os prazos são realistas e se o fornecedor possui capacidade para cumpri-los.
  • Como você garante a segurança no trabalho?
    • Pergunte sobre as medidas de segurança adotadas pelo fornecedor para proteger os trabalhadores, os moradores e o patrimônio durante a obra ou reforma.
    • Certifique-se de que o fornecedor cumpre as normas de segurança do trabalho e possui os equipamentos de proteção individual e coletiva adequados.
  • Como você se comunica com o cliente?
    • Pergunte sobre a forma de comunicação utilizada pelo fornecedor para manter o cliente informado sobre o andamento da obra ou reforma.
    • Certifique-se de que o fornecedor está disponível para responder às suas perguntas e resolver seus problemas.
  • Você possui seguro de responsabilidade civil?
    • Verifique se o fornecedor possui seguro de responsabilidade civil para cobrir eventuais danos causados a terceiros durante a obra ou reforma.

Perguntas específicas por serviço:

  • Parecer Técnico de Validação de Obra (PTVO):
    • Qual é o prazo para a entrega do parecer técnico?
    • O parecer técnico inclui uma visita técnica ao local?
    • O parecer técnico é elaborado por um profissional qualificado e habilitado?
    • O parecer técnico é imparcial e independente?
    • O parecer técnico inclui recomendações para mitigar os riscos identificados?
  • Orçamento Técnico Validado:
    • Qual é o prazo para a validação do orçamento?
    • A validação do orçamento inclui uma análise detalhada do escopo da obra ou reforma?
    • A validação do orçamento inclui a identificação de possíveis custos ocultos ou itens não especificados?
    • A validação do orçamento inclui a comparação com outros orçamentos?
    • A validação do orçamento inclui a elaboração de um relatório com recomendações?
  • Kit Reforma (NBR 16280):
    • Qual é o prazo para a entrega do kit reforma?
    • O kit reforma inclui todos os documentos necessários para a aprovação da reforma?
    • O kit reforma inclui a orientação sobre como preencher os documentos?
    • O kit reforma inclui a revisão dos documentos antes da entrega?
    • O kit reforma garante a aprovação da reforma?
  • Compatibilização/Coordenação (2D/BIM):
    • Qual é o prazo para a compatibilização/coordenação?
    • A compatibilização/coordenação inclui a revisão de todas as disciplinas envolvidas na obra ou reforma?
    • A compatibilização/coordenação inclui a identificação de conflitos e interferências?
    • A compatibilização/coordenação inclui a elaboração de um relatório com recomendações?
    • A compatibilização/coordenação é realizada em 2D ou BIM?

Próximos Passos

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